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abril - junho 2018

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Fomos citados...

 

Baseado no espólio de José Pacheco Pereira e em várias doações, o projecto “Ephemera”, cuja organização e gestão dependem fundamentalmente de trabalho voluntário, tem como objetivo divulgar documentação de arquivo, livros, periódicos, manuscritos, panfletos, fotos, objectos e ephemera. Reclamando-se o “mais público dos arquivos privados”, o “Ephemera”, pela disponibilidade, riqueza e diversidade do seu acervo, é seguramente um dos mais importantes repositórios informacionais para o estudo e conhecimento do Portugal Contemporâneo.

“O acolhimento aos refugiados do século XX” é o tema da mais recente mostra do ACMF, patente até ao fim de maio próximo.

Sabia, por exemplo, que, durante e após a 2.ª Guerra Mundial, Portugal foi país de acolhimento de alemães e italianos? Em Caldas de Felgueiras, senhoras e crianças ocuparam durante anos as pensões e os hotéis, a expensas da famigerada PIDE. De igual modo, o vapor italiano “Gerarchia”, com a sua tripulação, rumou à cidade do Mindelo, na ilha de São Vicente, Cabo Verde, onde permaneceram até ao final da guerra. E também os portugueses de Shangai se refugiaram em Macau por altura da revolução chinesa de Mao Zedon, podendo os documentos de despesa da sua estada ser consultados aqui.

Realiza-se nos próximos dias 4 e 5 de junho o encontro “Em busca da eficiência? Mudanças e continuidades na Administração Pública contemporânea”, organizado pelo Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e comissionado cientificamente, entre outros, por Ana Carina de Azevedo e Nuno Ivo Gonçalves, os quais, através dos seus trabalhos, têm dado um significativo contributo para a divulgação do acervo do ACMF, nomeadamente a documentação acerca de “Estudos sobre modernização administrativa”. Pretende-se que, neste encontro, se reflita sobre as reformas que, no século XX, pretenderam tornar os aparelhos de Estado mais adaptados aos seus objetivos e necessidades.

InVejamos

 

No último trimestre, no ACMF, finalizou-se a descrição dos processos de imposto sucessório oriundos do serviço de finanças de Lisboa 3 (LIS5G), num total de 9.121 registos. Prosseguiu-se, por outro lado, a descrição dos processos homólogos dos serviços de finanças de Oeiras 2, de Loures 3 e de Loures 4 e de Cinfães, de que já resultou um total de cerca de 26.000 registos.

Paralelamente, disponibilizaram-se, no Arquivo Digital, mais de 231.000 imagens, respeitantes a processos de imposto sucessório oriundos dos serviços de finanças de Oeiras 1, Torres Vedras (ex-Torres Vedras 2), Lisboa 1e Lisboa 5 (ex-Lisboa 12).

Com base na tese de doutoramento defendida em 2014, foi lançado no passado mês de janeiro o livro “A constituição de uma coleção nacional - As esculturas de Ernesto Vilhena”, da autoria de Maria João Vilhena de Carvalho. Considerado o mais importante colecionador de arte em Portugal na 1.ª metade do século XX, o comandante da marinha Ernesto Jardim de Vilhena, dono de uma fortuna oriunda da administração de empresas nas ex-colónias ultramarinas, dedicou-se à constituição de uma coleção de escultura medieval e renascentista que veio a ser doada ao Estado pelos herdeiros. O acervo do ACMF foi decisivo para um melhor conhecimento daquele colecionador, da sua família e do seu património. Veja a capa

 

Páginas soltas

Trabalhos realizados

Próximos que estamos de um novo aniversário do 25 de abril de 1974, damos destaque a um curioso pedido do artista plástico João Abel Manta, tão associado à imagética revolucionária, para que lhe fosse autorizada a saída de uma verba do País, com vista a instalar um atelier em Londres. À época, o Governo colocava sérios obstáculos à saída de dinheiro para o estrangeiro e, mesmo considerando os apelos insistentes feitos pelo impetrante, que lembrava os méritos democráticos do novo regime, o pedido foi indeferido, com o argumento de que não podia ser aberto um precedente. Clique na imagem

Conforme noticiado no site da Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, efetivou-se, no passado mês de março, a adesão da Secretaria-Geral do Ministério das Finanças (SGMF) à Rede Portuguesa de Arquivos (RPA). Tal adesão traduz-se numa maior divulgação dos conteúdos informacionais de acesso livre geridos pelo ACMF, os quais, além de ficarem disponíveis no Portal Português de Arquivos (PPA), passam também a constar do Portal Europeu de Arquivos e da Europeana Collections.

Desde 2010 que se perseguia esse objetivo, mas, fosse por razões internas, relacionadas com a necessidade de adequação arquivística, tecnológica e semântica dos sistemas de informação do ACMF aos requisitos da RPA, fosse até por razões externas, ligadas ao desenvolvimento da atual versão do PPA, lançada em finais de 2017, só agora foi possível dar por concluída a adesão e passar a fazer parte de uma comunidade que conta já com 32 entidades aderentes.

De momento, o PPA disponibiliza um total de 4.477 registos do ACMF (dos fundos documentais da SGMF e da Comissão Nacional das Pensões Eclesiásticas), 3.241 dos quais com imagens associadas, prevendo-se para breve a disponibilização de novos conteúdos.

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